e esta sensação de estar a viver um entretanto. como uma vontade inconsciente de estar a acumular experiências para mais tarde partilhar contigo. para mais tarde voltar a partilhar contigo. não sei quantos amores se pode viver, começo a crer que muitos, ao mesmo tempo. quantas verdades me conto? quantas mentiras te conto? tu, aquele ser estranho que varia de forma e de nome quase dia sim – dia sim. não sei quantas vidas posso desejar até ter de começar a viver efectivamente a minha. quantos segredos posso guardar até ser julgada por cada um deles. e que segredos são estes? « os segredos têm a importância daqueles de quem os guardas ». qual a minha importância?

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